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Politec descarta incêndio criminoso em depósito da Educação de Várzea Grande

A perícia concluiu que o fogo começou após uma falha elétrica na fiação de uma câmara fria utilizada para armazenar alimentos da merenda escolar.

27/06/2026 às 09h44
Por: Redação
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Politec descarta incêndio criminoso em depósito da Educação de Várzea Grande

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu que o incêndio que destruiu parte de um prédio da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, no último dia 17 de junho, não teve origem criminosa. Segundo o laudo preliminar, o fogo começou após uma falha elétrica na fiação de uma câmara fria utilizada para armazenar alimentos destinados à merenda escolar.

A conclusão foi baseada na análise de vestígios encontrados no local, imagens de câmeras de segurança, depoimentos de testemunhas e levantamentos realizados com auxílio de drones. Conforme a Politec, o foco inicial das chamas foi identificado na parte superior da câmara fria instalada no Anexo I da Secretaria de Educação, onde eram armazenados alimentos, materiais e equipamentos destinados às escolas da rede municipal.

De acordo com o perito criminal Augusto César de Figueiredo, não foi possível determinar com precisão qual falha provocou o problema elétrico. Entre as hipóteses analisadas estão uma sobrecarga na rede elétrica, curto-circuito ou uma descarga elétrica contínua.

Após a conclusão dos trabalhos periciais no local, o prédio foi liberado para a Polícia Civil dar continuidade às investigações. O laudo técnico definitivo deverá ser concluído em até 30 dias e reunirá todas as análises realizadas, incluindo imagens de monitoramento, depoimentos e a reconstituição da dinâmica do incêndio.

O incêndio ocorreu na noite de 17 de junho, atingindo um depósito da Prefeitura de Várzea Grande utilizado para armazenar materiais e alimentos da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer. As chamas se espalharam rapidamente, alcançando uma estrutura vizinha e parte do pátio de um posto de combustíveis localizado ao lado do imóvel.

No dia seguinte ao incêndio, a Prefeitura decretou estado de calamidade administrativa por 180 dias, medida adotada para garantir a continuidade dos serviços públicos afetados. Apesar dos prejuízos à estrutura e à perda de materiais, a administração municipal informou que o funcionamento das escolas da rede não foi comprometido e iniciou o processo de reposição dos itens destruídos pelo fogo.

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