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Mato Grosso registra 8 mortes por meningite em 2026

Ao todo, o estado já registrou 29 casos da doença neste ano, segundo dados divulgados nesta terça-feira (28). O número de óbitos foi atualizado após o sistema oficial incluir duas mortes recentes em Sinop.

30/04/2026 às 09h49
Por: Redação
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Mato Grosso registra 8 mortes por meningite em 2026

O Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso confirmou que oito pessoas morreram por meningite em Mato Grosso em 2026. Ao todo, o estado já registrou 29 casos da doença neste ano, segundo dados divulgados nesta terça-feira (28). O número de óbitos foi atualizado após o sistema oficial incluir duas mortes recentes em Sinop.

 

De acordo com a pasta, apesar do aumento nos registros, não há indicativo de surto. Os casos seguem sendo monitorados pela Vigilância Epidemiológica em parceria com municípios e unidades de saúde. A meningite pode ser causada por vírus, bactérias e outros agentes, o que exige diferentes estratégias de controle conforme cada situação.

 

Nos últimos três anos, 2026 apresenta o maior número de casos confirmados. Em 2025 foram 25 registros, enquanto em 2024 foram 18. A doença é considerada endêmica no Brasil, com ocorrência ao longo de todo o ano e possibilidade de picos sazonais.

 

Entre os principais sintomas estão febre alta súbita, dor de cabeça intensa, vômitos, rigidez no pescoço, sonolência, irritabilidade, confusão mental e manchas na pele. Em crianças pequenas, sinais como choro persistente, irritação e recusa alimentar também devem ser observados. A orientação é procurar atendimento médico imediato diante de qualquer sintoma suspeito.

 

Especialistas alertam que, além do risco de morte, a meningite pode deixar sequelas graves, como perda auditiva, déficits neurológicos, alterações motoras e dificuldades cognitivas, dependendo da gravidade do caso.

 

A SES reforça que a principal forma de prevenção é a vacinação, disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para diversos tipos da doença, especialmente em crianças e adolescentes. A secretaria também orienta evitar automedicação e o uso de antibióticos sem prescrição médica.

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