
Um homem de 61 anos e o filho dele, de 30, foram presos preventivamente pela Polícia Civil na quinta-feira (24), em Tangará da Serra, durante a investigação do homicídio de José Aparecido Pedro, de 41 anos. O crime ocorreu em agosto, no município de Juína.
Os dois são investigados por possível envolvimento na morte de José, que foi encontrado em frente à residência onde morava, na Rua Lorena, no bairro Módulo, na noite de 8 de agosto.
Segundo a apuração inicial da Polícia Civil, a vítima teria sido chamada no portão de casa. Ao sair para atender, foi atingida por pelo menos um disparo de arma de fogo na região da cabeça.
Justiça decretou prisões preventivas
Os mandados de prisão preventiva contra pai e filho foram expedidos pela Comarca de Juína em 31 de agosto. As diligências para localizar os investigados começaram na segunda-feira (21), quando policiais foram até Tangará da Serra e iniciaram levantamentos sobre possíveis endereços utilizados pelos dois.
Depois das buscas, o homem de 61 anos foi encontrado em uma quitinete alugada no bairro Jardim Europa, em Tangará da Serra.
O filho, de 30 anos, foi localizado no distrito de Progresso, a aproximadamente 15 quilômetros da área urbana de Tangará da Serra.
Três celulares foram apreendidos
Durante o cumprimento dos mandados, os investigadores apreenderam três aparelhos celulares. Dois estavam com o filho e o terceiro foi localizado com o pai. Os equipamentos integram o material recolhido durante a investigação.
Após as prisões, os dois foram encaminhados ao Centro Integrado de Segurança e Cidadania (CISC) de Tangará da Serra, onde foram realizados os procedimentos da ocorrência. Eles permaneceram à disposição da Justiça.
Vítima foi encontrada em frente de casa
José Aparecido Pedro foi encontrado caído em frente à própria residência, com grande quantidade de sangue ao redor do corpo.
As informações levantadas inicialmente apontaram indícios de que ele havia sido atingido por um disparo na cabeça. A investigação trabalha com a informação de que José teria sido chamado até o portão antes de ser baleado.
A prisão preventiva não representa condenação. A Polícia Civil continua investigando as circunstâncias do homicídio e a eventual participação atribuída a cada um dos investigados.
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