
Uma câmera de segurança registrou o momento do acidente que matou Raimundo Nonato Conceição Filho, de 40 anos, na segunda-feira (21), em São José do Rio Claro, no médio-norte de Mato Grosso. A colisão envolveu a motocicleta conduzida pela vítima e uma caminhonete Chevrolet S10.
O acidente aconteceu por volta das 12h30, no cruzamento da Avenida Peru com a Rua Paraíba. Raimundo conduzia uma Honda CG 125 Fan quando ocorreu a batida com a caminhonete.
As imagens mostram os dois veículos chegando ao cruzamento e, na sequência, a colisão. Com a força do impacto, Raimundo foi arremessado da motocicleta e caiu no asfalto.
Vítima morreu no local
Equipes de resgate foram acionadas e prestaram os primeiros atendimentos ao motociclista. Raimundo, porém, sofreu ferimentos graves e não resistiu, tendo a morte constatada ainda no local.
A motorista da Chevrolet S10 permaneceu dentro da caminhonete depois da colisão. Segundo o boletim de ocorrência citado pela imprensa, ela estava bastante abalada emocionalmente e foi encaminhada para uma unidade de saúde para atendimento e avaliação médica.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) também esteve no cruzamento e realizou os procedimentos periciais.
Testemunhas falam em invasão da preferencial
Relatos iniciais de testemunhas apontam que a caminhonete teria avançado sobre a via preferencial antes da colisão com a motocicleta. Essa informação foi divulgada por veículos locais a partir de testemunhos, mas ainda não representa uma conclusão oficial sobre a dinâmica ou eventual responsabilidade pelo acidente.
Outras reportagens, com base nas informações da Polícia Civil, limitam-se a confirmar a colisão entre os veículos e informam que as circunstâncias ainda estão sendo apuradas.
Polícia Civil investiga
A Polícia Civil investiga o acidente e deverá utilizar as imagens da câmera de segurança, os vestígios encontrados no cruzamento, os laudos periciais e depoimentos para reconstruir a dinâmica da colisão.
Até esta terça-feira (22), não havia sido divulgada uma conclusão oficial sobre a responsabilidade pelo acidente. Por isso, a versão sobre uma possível invasão da preferencial permanece como relato de testemunhas a ser confrontado com as demais provas reunidas durante a investigação.
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