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Sucuri de até 3,6 metros é flagrada perto de hotel no Pantanal Mato-grossense

O registro foi feito pelo fotógrafo Wender Lee e rapidamente chamou a atenção pela imponência do animal, considerado um dos maiores répteis da fauna brasileira.

30/05/2026 às 11h02
Por: Redação
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Sucuri de até 3,6 metros é flagrada perto de hotel no Pantanal Mato-grossense

Uma sucuri-amarela foi flagrada rastejando nas proximidades de um tradicional hotel na região de Porto Jofre, no Pantanal mato-grossense, na última quarta-feira (27). O registro foi feito pelo fotógrafo Wender Lee e rapidamente chamou a atenção pela imponência do animal, considerado um dos maiores répteis da fauna brasileira. As imagens mostram a serpente se deslocando de forma tranquila pelo ambiente natural, em uma cena que evidencia a riqueza e a diversidade do bioma pantaneiro.

 

De acordo com o fotógrafo, o encontro aconteceu de forma inesperada enquanto ele descansava próximo ao local. “Eu estava sentado, descansando, e tinha dois gaviões-carcará cercando uma região. Fui ver do que se tratava e, chegando lá, me deparei com ela, linda, rastejando bem suave. Simplesmente magnífica”, relatou. Pelas imagens captadas, Wender estima que a serpente tenha entre 2,8 e 3,6 metros de comprimento, o que está dentro do padrão da espécie, especialmente no caso de exemplares fêmeas, que costumam atingir maiores proporções.

 

Conhecida popularmente como sucuri-amarela ou sucuri do Pantanal, a espécie não é venenosa e recebe esse nome devido à coloração predominante em tons amarelados, com manchas escuras ao longo do corpo. Apesar de não possuir veneno, trata-se de um animal predador de grande porte, que utiliza a força para capturar e imobilizar suas presas. Sua alimentação inclui animais de médio porte, aves aquáticas e outros vertebrados típicos da região alagada do Pantanal.

 

Especialistas destacam que o avistamento de animais silvestres como a sucuri é relativamente comum em áreas preservadas como Porto Jofre, considerado um dos principais destinos de ecoturismo do Brasil. No entanto, reforçam a importância de manter distância e evitar qualquer tipo de interferência no comportamento desses animais, garantindo tanto a segurança das pessoas quanto a preservação da fauna local.

 

O registro reforça a importância do Pantanal como um dos biomas mais ricos em biodiversidade do planeta, além de evidenciar a convivência entre atividades turísticas e a vida selvagem. Situações como essa também servem como alerta para visitantes e trabalhadores da região, que devem redobrar a atenção ao circular por áreas naturais, respeitando sempre o habitat dos animais.

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