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Revolta por falta de água gera protesto em via pública de Jaciara

O morador relata estar há cerca de 30 dias sem água em casa e demonstra indignação ao flagrar um sistema de irrigação funcionando em um canteiro central.

16/05/2026 às 08h41
Por: Redação
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Revolta por falta de água gera protesto em via pública de Jaciara

Um vídeo gravado por um morador de Jaciara tem repercutido nas redes sociais ao mostrar um protesto motivado pela falta de água em uma residência. As imagens foram registradas em tom de desabafo e denúncia, evidenciando a insatisfação com o abastecimento no município.

 

No vídeo, o morador relata estar há cerca de 30 dias sem água em casa e demonstra indignação ao flagrar um sistema de irrigação funcionando em um canteiro central mesmo sob condições de chuva. As imagens mostram aspersores lançando água sobre o gramado e plantas ornamentais, o que gerou críticas sobre possível desperdício de recursos.

 

Durante a gravação, o homem compara a situação enfrentada em sua residência com a irrigação contínua no espaço público, questionando a gestão dos recursos hídricos. Em tom de revolta, ele critica o que considera falta de prioridade no atendimento às necessidades básicas da população.

 

Em um momento de exaltação, o morador decide intervir diretamente no sistema. Ele se aproxima de um dos pontos de irrigação, desconecta a mangueira e fecha a válvula de passagem de água, interrompendo o funcionamento. Em seguida, ao caminhar pelo canteiro, acaba atingindo um dos aspersores, danificando a estrutura.

 

O caso levanta discussões importantes sobre a gestão urbana, especialmente no que diz respeito ao uso eficiente da água e ao funcionamento de sistemas automatizados de irrigação, que muitas vezes operam independentemente das condições climáticas.

 

Além disso, o episódio também evidencia o impacto social causado por falhas no abastecimento, que podem gerar indignação e levar moradores a atitudes impulsivas. A situação reforça a necessidade de diálogo entre poder público e população, além de transparência na gestão dos serviços essenciais.

 

Até o momento, não houve posicionamento oficial por parte dos órgãos responsáveis pelo abastecimento de água ou pela manutenção dos canteiros públicos. Também não há informações sobre possíveis medidas em relação aos danos causados ao patrimônio.

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