Uma discussão durante uma atividade política terminou em troca de agressões entre duas mulheres na tarde de quarta-feira (23), na Avenida Governador Júlio Campos, em Sinop (MT). A confusão foi registrada em vídeo por pessoas que estavam no local.
As imagens mostram as duas mulheres entrando em luta corporal, com empurrões, tapas e puxões de cabelo. Outras pessoas que participavam da movimentação se aproximam e conseguem separar as envolvidas.
O episódio aconteceu durante uma ação com bandeiras e materiais de campanha. O Perrengue Mato Grosso publicou inicialmente que a confusão envolvia pessoas identificadas nas redes sociais como apoiadoras de PT e PL. Outra reportagem sobre o mesmo episódio, porém, relacionou as mulheres a equipes das candidaturas de Professora Graciele (PCdoB) e Vilmar Rigo (Novo). Diante da divergência entre as publicações, não é possível afirmar apenas pelas imagens a vinculação partidária das duas envolvidas.
Versões divergem sobre início da confusão
Relatos publicados nas redes sociais afirmam que a discussão teria começado após uma provocação durante a atividade política. Uma pessoa que disse ter presenciado o episódio atribuiu o início da agressão a uma das mulheres.
Essa versão, entretanto, não foi confirmada de forma independente. O vídeo divulgado mostra parte da briga, mas não permite estabelecer com segurança o que aconteceu antes do confronto nem quem iniciou as agressões.
Também circularam nas redes sociais afirmações de que algumas das pessoas presentes estariam trabalhando na atividade eleitoral mediante pagamento de diária. Essas informações são relatos de internautas e não foram comprovadas pelas imagens divulgadas.
Pessoas intervieram para encerrar briga
Durante a confusão, pessoas que estavam próximas intervieram e separaram as duas mulheres. A identidade delas não foi divulgada nas reportagens consultadas.
Até a publicação das informações consultadas, não havia uma apuração oficial apresentada pelas autoridades esclarecendo a dinâmica completa do episódio.
Assim, as versões sobre a motivação e sobre quem teria iniciado o confronto permanecem atribuídas às pessoas que afirmam ter presenciado a ocorrência, sem uma conclusão oficial sobre eventual responsabilidade.