Educação Fora de perigo
Veneno de rato levado por aluno deixa sete crianças hospitalizadas em Cuiabá
As Secretarias Municipais de Saúde e Educação continuam acompanhando a situação e prestando suporte às famílias.
10/08/2026 16h33
Por: Redação

Sete crianças da Escola Municipal Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, localizada no bairro Alvorada, em Cuiabá, foram encaminhadas para atendimento médico nesta segunda-feira (10) após terem contato com uma substância identificada preliminarmente como veneno de rato.

Segundo as informações iniciais, o produto teria sido levado para a unidade escolar por um dos próprios alunos. Todas as crianças receberam atendimento inicialmente na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Morada do Ouro.

De acordo com a Prefeitura de Cuiabá, todas estão fora de perigo.

Seis crianças estão estáveis e sem sintomas

Após o primeiro atendimento na UPA, seis das crianças foram encaminhadas ao Centro Médico Infantil (CMI), unidade de referência para atendimento pediátrico.

Segundo a administração municipal, elas estão estáveis, conscientes e sem apresentar sintomas.

Mesmo assim, permanecem em observação e sob acompanhamento médico.

Sétima criança apresentou quadro mais significativo

A sétima criança, apontada nas informações preliminares como aquela que teria levado a substância para a escola, apresentou um quadro considerado mais significativo.

Depois de receber os primeiros cuidados na UPA Morada do Ouro, ela foi transferida para o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC).

No hospital, a criança permanece sob acompanhamento especializado e monitoramento toxicológico.

Apesar da necessidade de cuidados diferenciados, a Prefeitura informou que ela também está fora de perigo.

Prefeitura diz que equipes atuaram imediatamente

Em nota, as Secretarias Municipais de Saúde e de Educação informaram que as equipes atuaram de forma integrada assim que a situação foi identificada.

As sete crianças foram encaminhadas para avaliação médica e as famílias estão recebendo suporte das equipes municipais.

A Prefeitura informou ainda que não divulgará detalhes sobre diagnósticos e procedimentos realizados, em razão do sigilo médico e para preservar a privacidade, a imagem e a integridade das crianças.

Caso segue sendo acompanhado

As Secretarias de Saúde e Educação continuam acompanhando a situação e prestando assistência às famílias.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre como ocorreu o contato das crianças com a substância dentro da escola.

Também não há informações adicionais sobre as circunstâncias em que o produto teria sido levado para a unidade.